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19
SET
Produtor e engenheiro desenvolvem secador artificial de café

G1 Sul de Minas

Um dispositivo de controle à distância da secagem do café tem feito a diferença em uma lavoura da cidade de Cambuquira (MG). Segundo o engenheiro eletrônico e o produtor rural que idealizaram o dispositivo, a invenção, um secador de café artificial produzido em Santa Rita do Sapucaí (MG), diminui o desperdício de grãos e reduz as despesas com funcionários.

A ideia veio do produtor rural Luiz Flávio Teixeira Ribeiro, que tem uma fazenda em Cambuquira, onde produz, junto com o irmão Antônio Mauro Ribeiro, cerca de 80 hectares de café. Luiz Flávio conta que, até a instalação do dispositivo de monitoramento, o setor de beneficiamento da fazenda dava muito prejuízo. "Para suprir a mão de obra, a gente teve que investir nessa tecnologia de secagem", diz o produtor. Veja vídeo.

Desenvolvido com a ajuda do engenheiro eletrônico José Manoel de Oliveira Medeiros, o equipamento fica ao lado da secadora de grãos e funciona por meio de sensores instalados em diferentes pontos da máquina. Quando ocorre qualquer problema, como superaquecimento ou rompimento de correias, o funcionamento do secador é interrompido e uma mensagem de celular é disparada com informações sobre a causa da falha.

"É como se tivéssemos uma inteligência artificial, que controla e comanda todo o processo de secagem, que pode ser programado de acordo com a secagem que o produtor quer", explica o engenheiro.

Com a invenção, os produtores conseguem secar em torno de três sacas de café sem a necessidade de funcionários acompanhando todo o trabalho, que pode durar até dois dias. O secador artificial de café já está disponível no mercado e custa entre R$ 4 mil e R$ 9 mil.

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