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03
MAI
Sistema AP Romero: Guatemala 'importa' tecnologia

 

Engenheiro Alessandro Oliveira, um dos responsáveis pelo Sistema AP Romero, fala a grupo do país da América Central
Engenheiro Alessandro Oliveira, um dos responsáveis pelo Sistema AP Romero, fala a grupo do país da América Central

Engenheiros agrônomos, técnicos e analistas da Associação Nacional do Café (Anacafé) da Guatemala realizaram visita na última semana ao Centro de Pesquisas AP, que desenvolve tecnologia na produção de café, permitindo boa colheita até durante a seca.

“Na Guatemala temos bons preços de café, mas a produtividade é baixa. Enquanto a nossa produção é de 12 sacas por hectare, a média brasileira chega a 25 sacas. O sistema desenvolvido aqui permite mais de 40 sacas’, compara Carlos Torrebiarte, engenheiro agrônomo e empresário rural. 
 
Ele esteve acompanhado na fazenda de São Roque de Minas de outros oito profissionais, entre agricultores e representantes de órgãos oficiais do País da América Central.
 
Em desenvolvimento há 7 anos, o Sistema AP Romero - que já foi tema de matéria especial no Globo Rural - garante a retenção da água, a temperatura adequada e a matéria orgânica que proporcionam condição ideal para a parte radicular da planta. 
 
Para a correta nutrição, são realizadas análises de solo e folhas periodicamente. 
 
Para o engenheiro agrônomo Alessandro Oliveira, responsável pelo desenvolvimento dessa tecnologia juntamente com Peres Romero, o número de frutos por roseta aumenta significativamente depois do sistema aplicado na plantação, mesmo em condições diferentes de solo, onde todo o processo foi executado.
 
“Além disso, plantas com apenas dois anos apresentam sistema radicular acima de 1m30”, observa.
 
Primeiro contato
 
João Carlos Romero, agrônomo filho do professor José Peres Romero (desenvolvedor do sistema junto com a AP) conta que o primeiro contato dos guatemaltecos com a inovação foi em março de 2009. 
 
“Apresentei essas e outras tecnologias em palestra na Anacafé e foi iniciado esse intercâmbio”, revela.
 
“Considero a tecnologia desenvolvida aqui uma das melhores do mundo”, afirma Carlos Torrebiarte.
 
Fonte: Folha da Manhã // Daniel Polcaro

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