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28
MAR
Produtores de soja estão pagando mais pelo frete

Globo Rural

Na porta da Cooperativa Agroindustrial dos Produtores Rurais do Sudoeste Goiano, a Comigo, o movimento de caminhões não para. Boa parte dos grãos saiu da lavoura direto para o armazém.
A unidade em Rio Verde tem capacidade para estocar 355 mil toneladas e para que os grãos cheguem até o armazém, os agricultores precisam pagar pelo transporte.

A despesa ficou mais alta nesta safra de verão. Alguns produtores perceberam um aumento de até 30% no preço do frete em relação ao mesmo período do ano passado, o que para eles significa perda na lucratividade.

O ano passado o preço do frete saiu, em média, por R$ 120 a tonelada, agora, teve produtor que pagou até R$ 180.

Flávio Faedo ficou satisfeito com a safra de verão. A média foi de 55 sacas de soja por hectare. O produtor fechou contratos antecipados e conseguiu vender a saca por até R$ 50. O problema foi na hora de pagar pelo escoamento para outros estados e também para os portos. “Caminhões ficando dois ou três dias na fila dos portos para descarregar aumenta o custo do frete e afeta diretamente os produtores”, explica.

A colheita da soja está chegando ao fim em Rio Verde. A Comigo espera receber nos próximos dias mais nove mil toneladas do grão, por isso, o movimento de caminhões deve continuar.
Welton Vieira de Menezes, superintendente de comercialização da Comigo, fala sobre o sobre o aumento do frete e o reflexo na comercialização. Confira a entrevista no vídeo com a reportagem completa.

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