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27
MAR
Com movimentação técnica, milho volta a testar o lado negativo da tabela nesta 2ª feira na CBOT

Notícias Agrícolas

Durante o pregão desta segunda-feira (27), os futuros do milho negociados na Bolsa de Chicago (CBOT) voltaram a trabalhar do lado negativo da tabela. As principais posições do cereal exibiam perdas entre 0,75 e 1,50 pontos, por volta das 13h19 (horário de Brasília). O contrato maio/17 era cotado a US$ 3,54 por bushel, enquanto o julho/17 operava a US$ 3,62 por bushel.

De acordo com informações das agências internacionais, o mercado voltou a trabalhar de maneira técnica e a testar o lado negativo da tabela. Paralelamente, a perspectiva de uma  grande safra na América do Sul pesa na formação dos preços no mercado internacional.

Contudo, a demanda permanece sendo observada pelos participantes do mercado. Ainda hoje, o USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) reportou seu novo boletim de embarques semanais. Na semana encerrada no dia 23 de março, os embarques do cereal somaram 1.556,091 milhão de toneladas.

O volume ficou acima das projeções dos investidores que estavam entre 1,2 milhão a 1,5 milhão de toneladas. O número também ficou acima do registrado na semana anterior.

"A exportação sólida e a demanda por etanol devem fornecer suporte ao mercado à medida que a venda dos produtores fiquem mais lentas", disse Water Street Solutions, acrescentando que os preços do milho "devem estar próximos a um suporte sólido". As informações foram divulgadas pelo site internacional Agrimoney.com.

BM&F Bovespa

As cotações futuras do milho negociadas na BM&F Bovespa operam com forte alta nesse início de semana. Perto das 13h06 (horário de Brasília), os principais contratos testavam valorizações entre 1,91% e 2,51%. O vencimento maio/17 operava a R$ 28,60 a saca e o setembro/17 a R$ 27,80 a saca.

Apesar da queda de Chicago, o dólar, outro importante componente na composição dos preços, trabalha em alta nesta segunda-feira. Às 13h19, a moeda subia 0,51%, cotada a R$ 3,1241 na venda. Conforme dados do site G1, o mercado repercute a derrota do presidente Donald Trump na votação de um projeto de lei para revisar o sistema de saúde nos EUA.

Por outro lado, os preços também buscam uma reação depois das quedas mais fortes registradas na semana anterior. O mercado buscou se ajustar com os preços praticados no mercado físico e também foi pressionado pela Operação Carne Fraca, que gerou incertezas em relação à demanda pelo cereal.

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