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FEV
Câmara de insumos cobra definição sobre o seguro rural

Estadão Conteúdo

A Câmara Temática de Insumos Agropecuários, vinculada ao Ministério da Agricultura, cobrou nesta segunda-feira (22/2), do governo, rapidez na definição dos recursos para subvenção do seguro rural. Em reunião, o presidente da Câmara, Luiz Antonio Pinazza, e outros integrantes criticaram o programa de seguro rural, apontando cobertura limitada e custo alto ao produtor.

A avaliação do grupo é de que a indefinição acerca do orçamento, que teve o contingenciamento e programação divulgados na última sexta-feira (19/2), deixam o produtor do milho safrinha "no escuro". O Broadcast Agro teve acesso à parte da reunião, realizada na sede do Ministério da Agricultura.

O diretor do Departamento de Crédito, Recursos e Riscos do Ministério, Vitor Ozaki, ouviu críticas de que os bancos fazem venda casada e estipulam prêmios de risco onerosos ao produtor. Ao rebater as críticas, ele enfatizou que o governo não comercializa produtos e que condições de oferta do seguro podem melhorar com aumento da concorrência entre instituições.

Ozaki afirmou ainda que os prêmios de risco são definidos por cada seguradora, que tem sua própria matriz de risco e avalia como melhor colocar o produto no mercado. Pinazza pediu celeridade na definição do orçamento para o seguro, já que o governo definiu um contingenciamento e ainda não ficou claro como isso afetaria o seguro e outras operações subsidiadas na agropecuária.

"Está na hora de saber qual é o orçamento de fato. O milho safrinha, por exemplo, está no escuro", disse.

Ozaki afirmou que ainda não há definição porque o contingenciamento foi anunciado na última sexta-feira.

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